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segunda-feira, 25 de maio de 2015
domingo, 17 de maio de 2015
Imóveis de luxo não param de crescer no Brasil
Um imóvel de alto padrão é classificado, principalmente, a partir da região em que está situado. Bairros paulistanos como Itaim Bibi, Vila Nova Conceição, Alto de Pinheiros, Moema, Jardim Anália Franco e Jardim Paulistano são áreas nobres, repletas de empreendimentos luxuosos. O valor do metro quadrado de apartamentos desse nível? Algo entre R$ 20 mil e R$ 25 mil. Itens exclusivos, que no passado eram encarados apenas como um bônus que valorizava o imóvel, hoje são fator imprescindível à comodidade. Além de uma excelente localização, o consumidor de alto padrão busca uma proposta arquitetônica que privilegie o design — moradias inteligentes, simultaneamente belas e funcionais. “Neste mercado, o cliente geralmente é um cidadão do mundo, tem referências, conhece arquitetura, estética, frequenta eventos internacionais, gosta de arte… A proposta do empreendimento precisa, enfim, enquadrar-se em uma série de demandas”, afirma Maurício Eugenio, uma das principais referências do país no segmento e fundador da Eugenio, agência especializada em marketing imobiliário e que tem mais de duas décadas.
No começo dos anos 1990, o mercado imobiliário nacional era bastante básico. A arquitetura de então era “dura” e não havia grandes preocupações estéticas. O que se construía na época eram prédios verticais puros, com muros altos, sem muito glamour. Agora, as construtoras sabem da importância do uso de um projeto renomado, moderno, assinado por escritórios internacionais e por nomes importantes desse meio. “Um apartamento é algo essencial, todos precisamos de um lar. Nos últimos 25 anos esse mercado evoluiu demais. Foi bom ter me especializado nele, pois se trata de um setor no qual se precisa saber atender com padrões altos de excelência”, conta. Alguns anos atrás, a demanda no setor era gigantesca. Hoje ela se destaca mais por ser exigente. Há bastante estoque, mas é possível achar empreendimentos que se destacam.
E quais são as inovações e diferenciais que as construtoras estão oferecendo aos compradores de seus empreendimentos de alto padrão? “Há muitas novidades na área, como pisos de banheiro aquecidos e outras. A sustentabilidade dos empreendimentos também está em alta. Projetos que promovam algum tipo de gentileza urbana e com funcionalidades inteligentes, tecnologia de segurança e administração eficiente são muito importantes.” Para Eugenio, os consumidores querem adquirir uma experiência, algo distinto. O imóvel, o conceito que o permeia, deve traduzir a personalidade e as aspirações pessoais de seu comprador. Um bom exemplo de empresa do ramo que está cada vez mais focada em propostas inovadoras é a Porte Engenharia e Urbanismo. Criada em 1986, ela é reconhecida como sinônimo de alto padrão em empreendimentos na parte leste da cidade de São Paulo, especificamente no Jardim Anália Franco e Tatuapé. Seu fundador, Marco Antônio Melro, nasceu e cresceu na região e percebeu tanto a carência quanto o potencial da área para imóveis de luxo. “Na época, famílias que eu conhecia e que tinham melhorado de vida estavam saindo do bairro para morar em outros endereços da capital. Foi então que percebi que algo precisava ser feito. Focamos em residenciais de alto padrão e empreendimentos comerciais que alavancassem o desenvolvimento local”, conta Melro.
Atualmente, a empresa tem mais de 40 empreendimentos no portfólio — quatro em construção. Residenciais como Sainte Claire, Maria Callas, Amedeo Modigliani e Camille Claudel enfeitam as ruas e avenidas onde a Porte atua, além do recém-entregue Josephine, de 40 andares e que evidencia a modernidade e renovação daquela parte da cidade. São todos imóveis dotados de alta tecnologia, sustentáveis, com acabamento de primeira linha e muitos diferenciais. Geram até 40% de economia em eletricidade ao usar energia solar para aquecer água nos banheiros, na pia da cozinha e no terraço gastronômico. Também reaproveitam a água da chuva, via dreno do ar-condicionado. Sua iluminação é automatizada e de alta eficiência. Os elevadores dos prédios contam com sistema biométrico nos acessos sociais e de serviço. Janelas e ar-condicionado são comandados via tablets. Os apartamentos vêm com aspiração por sucção central instalada nos rodapés, sistema antiembaçante nos espelhos e vidros duplos em dormitórios e salas. Tudo é pensado visando a criação de um produto exclusivo.
“O consumidor de alto padrão reforma o apartamento inteiro assim que o compra. Ele quer imprimir ali sua história e ter um lar personalizado”, observa Eugenio. Para tanto, essas pessoas procuram arquitetos ou designers de interiores que saibam conferir tal exclusividade. Há 20 anos no mercado, Patricia Anastassiadis, fundadora e diretora da Anastassiadis Arquitetos, é especialista em personalizar e entregar projetos únicos a cada cliente. Com um time de 60 profissionais de áreas distintas, o escritório atua em projetos de hotéis de luxo — seu foco atual —, mas também na arquitetura de interiores de lojas e restaurantes, além de empreendimentos imobiliários. “Nossa marca traz um grande diferencial de mercado, que é aquilo que chamamos de arquitetura integrada. Oferecemos um serviço que vai desde o desenvolvimento do conceito e do planejamento do empreendimento, passando pela arquitetura dos interiores, até chegar ao design de produtos”, conta Patricia. Ela explica que um projeto precisa ter um conceito formulado, que possa ser elaborado. Por isso, ela estuda cada detalhe dos trabalhos que assume, buscando unir preocupação estética às melhores soluções técnicas e funcionais. “Como trabalhamos com projetos exclusivos, há uma preocupação com todas as minúcias e detalhes. Nossos clientes são exigentes e, cada vez mais, sabem bem o que querem”, finaliza.
O mercado imobiliário de luxo é mais delicado que o comum, e as construtoras precisam estar preparadas para seduzir e encantar seu consumidor — o qual, vale frisar, é rigoroso, quer personificação e identidade própria, além de distinção e um relacionamento exclusivo e de satisfação com a incorporadora. As empresas sabem bem a importância e o peso que tais características têm para seu público-alvo; por isso, estão dispostas a não medir esforços ao investir em diferenciais, inovações e tecnologia.
segunda-feira, 11 de maio de 2015
Você sabe informar a orientação solar dos imóveis?
Você já sabe quais são os fatores externos que
valorizam ou depreciam um imóvel. Agora, existe uma informação que muitas vezes
o corretor se esquece de falar para os clientes durante uma visita e que é
fundamental: a incidência solar.
Se tiver boa iluminação natural, o imóvel pode ter benefícios e, assim, ter um preço maior. Além do conforto térmico, sobretudo no inverno, a incidência da luz solar no apartamento traz outros benefícios como a economia de energia elétrica e o combate de fungos e ácaros.
Não dá mais para responder “não tenho ideia” quando perguntar qual a orientação solar.
Se você não tem ideia de como se descobre isso (e se as aulas de geografia não eram o seu forte), não se preocupe. Vamos mostrar de forma simples como descobrir a incidência solar de cada imóvel.
Leste, Oeste, Norte ou Sul?
Primeiro você precisa descobrir qual é a direção que a fachada do imóvel está apontada. Como nem todo mundo tem bússola, baixe um aplicativo no seu dispositivo móvel que imita esse aparelho e pronto. Você sabe a orientação.
Nesse sentido, o que o corretor precisa saber basicamente é que no Brasil (hemisfério sul), enquanto um imóvel com fachada leste recebe sol pela manhã, um outro com fachada oeste tem sol pela tarde. Nos imóveis com fachada norte, o sol aparece o dia inteiro (inclusive no inverno). Por fim, o sol não dá as caras na face sul.
Na prática, isso quer dizer que a melhor fachada em relação à incidência solar depende da região em que o imóvel está localizado. Por exemplo, quanto mais ao norte do país, logo, mais quente, é mais vantajoso optar por uma fachada sul para manter o ambiente menos aquecido.
Claro que todo esse raciocínio não funciona quando há grandes árvores ou empreendimentos em frente ao apartamento, tampando a chegada dos raios solares.
Quartos e salas precisam mais de luz solar
Dentro de casa, as pessoas gastam mais tempo nos quartos e salas. Por isso, é importante que esses imóveis recebam mais raios solares do que os outros. Para deixar esses cômodos mais luminosos pela manhã, eles precisam estar voltados para a face norte ou leste.
Já em outros cômodos, a presença solar pode até atrapalhar. Se a cozinha tiver sol forte o dia inteiro, os eletrodomésticos, como geladeiras e micro-ondas, podem se danificar.
O que fazer se você já tem o imóvel
Quando o imóvel recebe pouca luz solar, por exemplo, o ambiente fica escuro e úmido influenciando até na saúde dos moradores. Para piorar essa situação, as chances de aparecer fungos e ácaros aumentam. Nesse caso, você precisa redobrar a limpeza na sua casa, já que os ácaros vivem no pó das casas. Jogue fora roupas de cama velhas e evite, também, carpetes e excesso de tapetes.
Por outro lado, em caso de forte incidência de sol, fato que pode incomodar e até deteriorar pisos e pinturas das paredes, cortinas persianas e telas solares podem diminuir esses excessos.
Ainda há uma opção de reformar e instalar vidros especiais que bloqueiam a entrada de calor. Por fim, se os raios solares chegam mais forte à sua varanda, uma outra alternativa é investir em vegetação para refrescar o espaço.
Para fazer uma escolha mais assertiva, é importante visitar o imóvel em diferentes horários, de manhã e a tarde.
Se tiver boa iluminação natural, o imóvel pode ter benefícios e, assim, ter um preço maior. Além do conforto térmico, sobretudo no inverno, a incidência da luz solar no apartamento traz outros benefícios como a economia de energia elétrica e o combate de fungos e ácaros.
Não dá mais para responder “não tenho ideia” quando perguntar qual a orientação solar.
Se você não tem ideia de como se descobre isso (e se as aulas de geografia não eram o seu forte), não se preocupe. Vamos mostrar de forma simples como descobrir a incidência solar de cada imóvel.
Leste, Oeste, Norte ou Sul?
Primeiro você precisa descobrir qual é a direção que a fachada do imóvel está apontada. Como nem todo mundo tem bússola, baixe um aplicativo no seu dispositivo móvel que imita esse aparelho e pronto. Você sabe a orientação.
Nesse sentido, o que o corretor precisa saber basicamente é que no Brasil (hemisfério sul), enquanto um imóvel com fachada leste recebe sol pela manhã, um outro com fachada oeste tem sol pela tarde. Nos imóveis com fachada norte, o sol aparece o dia inteiro (inclusive no inverno). Por fim, o sol não dá as caras na face sul.
Na prática, isso quer dizer que a melhor fachada em relação à incidência solar depende da região em que o imóvel está localizado. Por exemplo, quanto mais ao norte do país, logo, mais quente, é mais vantajoso optar por uma fachada sul para manter o ambiente menos aquecido.
Claro que todo esse raciocínio não funciona quando há grandes árvores ou empreendimentos em frente ao apartamento, tampando a chegada dos raios solares.
Quartos e salas precisam mais de luz solar
Dentro de casa, as pessoas gastam mais tempo nos quartos e salas. Por isso, é importante que esses imóveis recebam mais raios solares do que os outros. Para deixar esses cômodos mais luminosos pela manhã, eles precisam estar voltados para a face norte ou leste.
Já em outros cômodos, a presença solar pode até atrapalhar. Se a cozinha tiver sol forte o dia inteiro, os eletrodomésticos, como geladeiras e micro-ondas, podem se danificar.
O que fazer se você já tem o imóvel
Quando o imóvel recebe pouca luz solar, por exemplo, o ambiente fica escuro e úmido influenciando até na saúde dos moradores. Para piorar essa situação, as chances de aparecer fungos e ácaros aumentam. Nesse caso, você precisa redobrar a limpeza na sua casa, já que os ácaros vivem no pó das casas. Jogue fora roupas de cama velhas e evite, também, carpetes e excesso de tapetes.
Por outro lado, em caso de forte incidência de sol, fato que pode incomodar e até deteriorar pisos e pinturas das paredes, cortinas persianas e telas solares podem diminuir esses excessos.
Ainda há uma opção de reformar e instalar vidros especiais que bloqueiam a entrada de calor. Por fim, se os raios solares chegam mais forte à sua varanda, uma outra alternativa é investir em vegetação para refrescar o espaço.
Para fazer uma escolha mais assertiva, é importante visitar o imóvel em diferentes horários, de manhã e a tarde.
terça-feira, 28 de abril de 2015
Como declarar compra de imóvel no imposto de renda?
Muitos contribuintes que em 2014 ou mesmo anteriormente
adquiriram um imóvel estão agora com uma grande dúvida: como declarar esse bem
adquirido na Declaração de Imposto de Renda 2015. Essa preocupação se
justifica, sendo que os dados, se inseridos de forma incorreta, pode levar o
contribuinte à malha fina.
Assim, preparei um pequeno roteiro de como fazer a
declaração da compra de imóveis. A primeira coisa a ser feita para declarar corretamente
é o de levantamento de dados. Assim, separe os documentos comprobatórios da
aquisição do referido imóvel, tais como: compromisso de venda e compra de
imóvel e/ou escritura de venda e compra de imóvel; comprovantes de pagamento,
inclusive de financiamentos realizados; contratos de financiamento,
demonstrando o quanto de FGTS fora utilizado para amortização do saldo devedor.
Com essa documentação em mãos deverá abrir sua declaração no
programa da Receita Federal e lançar na FICHA DE BENS E DIREIROS as
informações:
Código do bem (01 para prédio residencial; 02 Prédio
comercial; 03 para Galpão; 11 para apartamento; 12 para terrenos; 14 para terra
nua; 15 para salas ou conjuntos; 19 para outros bens imóveis).
Pais onde está localizado o imóvel
Discriminação deve conter:
Tipo do imóvel,
Endereço,
Número de Registro (matricula, por exemplo),
Data e forma de aquisição,
Nome ou Razão Social do Vendedor, com CPF ou CNPJ destacado;
Informações sobre condôminos (caso seja comprado em conjunto
com outra pessoa física ou jurídica);
Informações sobre usufruto (se for o caso);
Valor pago no período (destacar valores totais no ano por
evento e receptor);
Ponto muito importante é que no campo "Situação em
31/12/2013", se o bem foi adquirido até essa referida data, deverá
transportar o saldo da Declaração de Imposto de Renda do ano de 2014 ano, base
2013.
Se for a primeira declaração do contribuinte, será necessário
deverá "somar" os valores pagos até antes de 2014 (inclusive valores
pagos de impostos de transmissão (ITBI), benfeitorias realizadas no período,
parcelas pagas a titulo de financiamentos, amortizações com saldo do FGTS,
parcelas pagas ao antigo proprietário, etc) e declarar também nessa coluna.
Caso o bem tenha sido adquirido durante o ano de 2014, deixar esse campo com
saldo "zero".
Já no campo "Situação em 31/12/2014", serão
lançados os valores pagos para aquisição do imóvel até o fim de 2014, sendo o
saldo inicial o de 2013. Caso tenham sido feitos, também lançar os valores
pagos em 2014 de impostos de transmissão (ITBI), benfeitorias realizadas,
parcelas pagas a titulo de financiamentos com instituições financeiras,
parcelas pagas ao antigo proprietário, amortizações com saldo do FGTS em 2013,
dentre outros valores.
Lembrando que não se deve pagar imposto de renda na
aquisição de imóveis. O único imposto que incide é o ITBI - Imposto de
Transmissão de Bens Imóveis "Inter Vivos", que geralmente são
cobrados juntamente com a lavratura da escritura de venda e compra do imóvel
para ser levado a registro público.
Também acho relevante apontar os principais erros
relacionados a declaração desse bem:
Não relacionar na declaração os imóveis pertencentes a
dependentes;
Atualizar o imóvel com o valor de mercado. Esses devem ser
declarados com base no preço pago (para o vendedor, para a financeira, impostos
de transmissão, benfeitorias, reformas e ampliação), não é admitido atualização
do valor do imóvel.
Quando a DIRPF é feita em separado do cônjuge, e o referido
bem tenha sido adquirido durante a sociedade conjugal, ou o regime de casamento
do casal seja comunhão universal de bens, os bens do casal deverão figurar em
uma das duas declarações (assim como os demais bens e direitos);
Quando a aquisição do imóvel é financiada e o bem é dado
como garantia (alienação fiduciária), o valor do bem a ser lançado são as somas
das parcelas pagas ao longo do período, não só para o vendedor, mas também para
a financeira, além dos impostos de transmissão e benfeitorias. Não devendo
lançar o saldo devedor na FICHA DE DIVIDAS E ONUS REAIS.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Setor imobiliário vive 'tempestade perfeita', avaliam especialistas
A demanda fraca por escritórios e o ciclo de alta na taxa de
juros formam um contexto extremamente desafiador para o setor imobiliário,
segundo Felipe Goes, diretor-presidente da São Carlos Investimentos. "O
momento atual é quase a tempestade perfeita para o setor", afirmou,
durante o Summit Imobiliário 2015, promovido pelo Estadão e pelo Secovi-SP, na
capital paulista.
Ele apresentou dados que evidenciam o aumento da vacância de
imóveis em São Paulo. Com o crescimento significativo de novos estoques entre
2011 e 2013, em um ritmo bem mais expressivo que a absorção líquida, a taxa de
crescimento da vacância passou de 3,9% em 2010, para 12% em 2014. Apesar deste
cenário, na avaliação de Goes, no longo prazo, o setor apresenta um
"altíssimo potencial de crescimento".
Nessa mesma linha, Alexandre Machado, gestor de fundos
imobiliários do Credit Suisse Hedging-Griffo, estima que a taxa de vacância de
escritórios em São Paulo deve continuar crescendo e atingir 22%. "Uma
vacância nesse nível vai acabar puxando os preços para baixo", projetou.
Segundo Machado, existe uma correlação muito forte entre a
taxa de juros real e o desempenho dos fundos imobiliários na bolsa de valores.
O recente aumento na taxa básica de juros (Selic) fez o valor de mercado desses
fundos cair fortemente, segundo o economista, ficando abaixo do patrimônio
líquido a partir de junho de 2013.
"Hoje, os fundos em bolsa são negociados com desconto
de 30% em relação ao valor patrimonial", afirmou. "A defasagem muito
grande entre o valor do ativo e das cotas negociadas em bolsa pode estar
atraindo grandes investidores", pontuou Machado.
Construção. 2015 será o mais complicado dos últimos anos
para o mercado imobiliário, com redução de lançamentos por parte das
construtoras, segundo o presidente da Even, Carlos Terepins. "Teremos
redução de lançamentos neste ano e 2016 ainda é uma incógnita. As construtoras
vão equacionar estoques neste ano", afirmou ele, no Summit Imobiliário
2015, promovido pelo Estadão e o Secovi-SP.
Teremos redução de lançamentos neste ano e 2016 ainda é uma
incógnita, Carlos Terepins, Even
A própria Even já anunciou que não deve fazer novos
lançamentos neste ano. A construtora lançou sete empreendimentos nos últimos
três meses do ano passado, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,014 bilhão
(parte Even). Na comparação com o mesmo período de 2013, o valor total das
unidades lançadas recuou 17,63%. O volume de vendas contratadas também recuou
entre outubro e dezembro, cerca de 43% na comparação anual, para R$ 536,2
milhões.
Segundo o presidente da Even, houve um excesso de aberturas
de capitais de empresas do setor imobiliário no passado e que alguns casos
"complicados" comprometeram outros players. "As construtoras são
empresa que devem estar voltadas para o longo prazo. Nosso ciclo no mínimo são
três anos. Querer que a cada trimestre que nós apresentemos resultado favorável
é condenar a empresa a ter uma série de problemas. É uma insanidade",
afirmou ele, acrescentando que não vê consolidação no setor, pois as empresas
devem preferir crescimento orgânico.
Também presente no debate, o CEO da Max Casa, José Paim de
Andrade, disse que o aumento dos distratos tem elevado o número de estoques na
construtoras, citando investidores que compram apartamentos e na hora da
entrega das chaves não ficaram satisfeitos com a estabilização dos preços dos
imóveis.
Shopping centers. O setor de shopping centers atravessa um
momento desafiador comum a todos os setores da economia brasileira, e as
maiores preocupações se concentram na perspectiva de queda da renda, redução do
nível de emprego e o aumento da taxa de juros, aliados a um cenário de inflação
alta. A avaliação é de Renato Rique, economista e diretor presidente da
Aliansce. "São fatores que levam à compressão do consumo, afetam o varejo
e acabam refletindo nos shopping centers também", afirma. Ele ressalta, no
entanto, que os reflexos da crise econômica nos shoppings não devem ser da
mesma ordem que na economia como um todo ou mesmo no setor de varejo.
Os shoppings não são uma ilha isolada da economia, mas são
mais resilientes, Renato Rique, Aliansce
"Os shoppings não são uma ilha isolada da economia, mas
são mais resilientes", disse. Além de questões macroeconômicas, Rique
apontou outros fatores intrínsecos ao segmento que são complicadores no atual
cenário. "Vemos o excesso de shoppings nos últimos quatro anos, com o
"brotamento" de novos empreendedores de shoppings", disse, em
referência à profusão de novos shoppings mesmo em cidades em que não há mercado
consumidor para tanto.
Para Alessandro Poli Veronezi, presidente do conselho de
administração da General Shopping Brasil, os desafios impostos pelo cenário
macroeconômico serão vencidos pelo setor de shoppings centers. O que não se
consegue contornar, segundo ele, são decisões equivocadas no âmbito micro.
"O cenário de ajuste macroeconômico vai levar um tempo, mas vai passar.
Deve passar em dois anos", estimou. Segundo ele, no entanto, quando há
falta de equilíbrio entre oferta e demanda não há muito o que ser feito.
"Um shopping colocado no lugar errado não tem como ser corrigido",
exemplificou.
Para Renato Rique, no entanto, apesar dos problemas, os
empresários do setor entenderam a necessidade de adaptar seus negócios à nova
realidade, que se impõe há alguns anos. "A concorrência hoje não é apenas
com shoppings vizinhos, mas da própria casa do consumidor e de outras opções de
lazer", disse. "Shopping hoje é ponto de encontro. É um oásis em meio
ao caos e deserto urbano", comparou.
Não tem mais espaço senão para um shopping ultra bem
concebido e ultra bem mantido, José Auriemo Neto, JHSF
José Auriemo Neto, presidente da JHSF, exemplificou como a
empresa aplica a mudança nos negócios. A noção de usos mistos do espaço é um
dos pontos reforçados. A estratégia é investir na parte interna, com investimentos
em paisagismo e na oferta de serviços diferenciados, desde spas e academias a
centro de eventos. "Não tem mais espaço senão para um shopping ultra bem
concebido e ultra bem mantido", afirmou.
Na intenção de integrar os empreendimentos a outras atividades,
a JHSF está construindo o primeiro aeroporto corporativo do País, que se
interligará a um outlet. "O objetivo é ter projetos mais atrativos e mais
sinérgicos de maneira geral", disse Auriemo Neto.
Fonte: Aline Bronzati, Mário Braga, O Estado de S. Paulo
sexta-feira, 3 de abril de 2015
A marca Sotheby's International chega ao Brasil
A Sotheby's International Realty Affiliates LLC anunciou que a Imobiliária Bossa Nova, do Brasil, uniu-se à marca Sotheby's International Realty® e começará a operar como Bossa Nova Sotheby's International Realty.
Fundada em 1976 com o objetivo de oferecer corretagem independente com um programa poderoso de marketing e indicação para listas de luxo, a rede da Sotheby's International Realty foi desenvolvida para conectar as melhores empresas imobiliárias independentes com os clientes de maior prestígio do mundo. A Sotheby's International Realty Affiliates LLC é uma subsidiária da Realogy Holdings Corp. (NYSE: RLGY), líder mundial em franquia imobiliária e prestadora de serviços de corretagem de imóveis, remanejamento e liquidação. Em fevereiro de 2004, a Realogy iniciou uma aliança estratégica de longo prazo com a Sotheby's, operadora da casa de leilões. O acordo envolvia o licenciamento do nome Sotheby's International Realty e o desenvolvimento de um sistema completo de franquias.
As associações ao sistema são concedidas a corretoras e indivíduos que atendem a qualificações estritas. A Sotheby's International Realty Affiliates LLC apoia seus associados com um conjunto de recursos operacionais, de marketing, de recrutamento, educacionais e de desenvolvimento de negócios. Os associados de franquias também se beneficiam com a associação à respeitável casa de leilões da Sotheby's, fundada em 1744.
A empresa, comandada pelos proprietários Luciano Amado, como presidente, e Marcello Romero, como vice-presidente, localiza-se na Alameda Gabriel Monteiro da Silva 2027, Pinheiros, São Paulo.
"São Paulo e Rio de Janeiro são excelentes mercados, que contam com propriedades extraordinárias em um destino muito diversificado, além de oferecer uma fonte muito influente de ávidos compradores de imóveis", afirmou Philip White, presidente e diretor geral da Sotheby's International Realty Affiliates LLC. "Estamos muito felizes por receber Luciano, Marcello e sua equipe em nossa rede global."
De acordo com Romero, a nova associação com a marca Sotheby's International Realty representa uma oportunidade de expansão e crescimento. "O apoio dessa marca permitirá que proporcionemos à nossa equipe novas tecnologias, treinamento e inteligência de mercado, com um inventário extraordinário em São Paulo, no Rio de Janeiro e nos melhores locais de praia e campo", afirmou Amado. "Graças a essa associação, agora temos acesso direto a um mercado global por meio dos 760 escritórios da marca Sotheby's International Realty no mundo todo."
Atualmente, a rede da Sotheby's International Realty conta com mais de 16.500 associados de vendas em aproximadamente 760 escritórios, em 60 países e territórios. As propriedades da Bossa Nova Sotheby's International Realty são comercializadas no site global sothebysrealty.com. Além das oportunidades de indicação e à maior exposição gerada por essa fonte, os corretores e clientes da empresa se beneficiarão com a associação à casa de leilões da Sotheby's e aos programas mundiais de marketing da Sotheby's International Realty. Cada escritório é de propriedade e operação independentes.
Sobre a Sotheby's International Realty Affiliates LLC
Fundada em 1976 com o objetivo de oferecer corretagem independente com um programa poderoso de marketing e indicação para listas de luxo, a rede da Sotheby's International Realty foi desenvolvida para conectar as melhores empresas imobiliárias independentes com os clientes de maior prestígio do mundo. A Sotheby's International Realty Affiliates LLC é uma subsidiária da Realogy Holdings Corp. (NYSE: RLGY), líder mundial em franquia imobiliária e prestadora de serviços de corretagem de imóveis, remanejamento e liquidação. Em fevereiro de 2004, a Realogy iniciou uma aliança estratégica de longo prazo com a Sotheby's, operadora da casa de leilões. O acordo envolvia o licenciamento do nome Sotheby's International Realty e o desenvolvimento de um sistema completo de franquias.
As associações ao sistema são concedidas a corretoras e indivíduos que atendem a qualificações estritas. A Sotheby's International Realty Affiliates LLC apoia seus associados com um conjunto de recursos operacionais, de marketing, de recrutamento, educacionais e de desenvolvimento de negócios. Os associados de franquias também se beneficiam com a associação à respeitável casa de leilões da Sotheby's, fundada em 1744.
FONTE Sotheby's International Realty Affiliates LLC
quinta-feira, 19 de março de 2015
Vagas de garagem podem valorizar apartamentos em mais de 20%
São Paulo - A falta de vagas de garagens e estacionamentos em determinadas regiões das grandes cidades pode valorizar em mais de 20% um apartamento que inclui vagas em relação a um imóvel semelhante, mas que não oferece vaga para veículos.
Esse é o resultado de um levantamento do Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro(Secovi Rio), realizado em oito bairros localizados na Zona Sul e na Zona Norte da cidade. A pesquisa faz parte do Panorama do Mercado Imobiliário de 2014, que será divulgado pela entidade no dia 24 deste mês.
Um apartamento de dois quartos com garagem no Leblon, bairro da Zona Sul, é, em média, 22,8% mais caro do que um imóvel de dois quartos, mas sem vaga, localizado no mesmo bairro. Em Laranjeiras, também na Zona Sul, a diferença é de 22,7%.
Em Ipanema, Botafogo, Méier, Tijuca, Copacabana e Flamengo, os porcentuais são menores, mas ainda ultrapassam 10%. “O valor da vaga de garagem na cidade corresponde, em média, entre 7% a 9% do valor do imóvel”, diz Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio.
Veja, na tabela a seguir, a diferença de preços entre apartamentos de dois dormitórios com e sem vagas de garagem em oito bairros do Rio de Janeiro:
Fonte: Secovi Rio
A garagem é considerada uma unidade autônoma e faz parte da área comum do imóvel. Seu valor é adicionado ao preço da unidade com base em seu custo de construção.
Mas o custo de uma vaga depende da necessidade de espaços para estacionamento na região na qual está localizada. Quanto maior a procura, mais alto será o seu preço.
Alguns bairros que fazem parte do levantamento do Secovi Rio incluem muitos apartamentos antigos, que foram construídos sem garagens.
Além disso, estão localizados em regiões que limitam a construção de vagas nos empreendimentos. Por ficarem próximos a praias, a areia e água existente no subsolo impedem a construção de estruturas subterrâneas.
Essas características fazem com que, naturalmente, o valor da garagem nesses bairros fique acima da média registrada na cidade.
O vice-presidente do Secovi Rio também cita a falta de investimentos em melhorias no transporte público da cidade, além do aumento do financiamento para a compra de carros nos últimos anos, como fatores que contribuíram para ampliar a necessidade por garagens.
Nos bairros incluídos no levantamento, as vagas ficaram ainda mais escassas com o boom imobiliário registrado na cidade nos últimos cinco anos.
Diversos prédios foram construídos nessas regiões e ocuparam terrenos que antes eram utilizados como estacionamentos, segundo Schneider. “No período, a diferença de valor entre um prédio com e sem garagem dobrou: passou de 10% para 20%.”
Quem tem um imóvel com garagem em um bairro com escassez de vagas, portanto, pode ser beneficiado caso queira vender o apartamento.
A tendência é que a vaga de garagem continue valorizando o imóvel até que haja melhorias no transporte coletivo da cidade, diz Schneider, do Secovi Rio. “Não dá para prever quando isso irá acontecer, mas sabemos que é difícil haver mudanças significativas no curto prazo”.
São Paulo pode seguir o mesmo caminho
Com uma estrutura geológica favorável à construção de garagens nos subsolos dos prédios, além de uma lei que exigia a construção de, no mínimo, uma vaga por imóvel, até há pouco tempo São Paulo não sofria com a escassez de garagens, ou não no mesmo nível que o Rio, ao menos.
Na cidade, vagas em apartamentos de dois quartos em bairros bem localizados representam, em média, de 8% a 12% do valor do imóvel, segundo Ricardo Yazbek, vice-presidente de Legislação Urbana do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).
Porém, o novo Plano Diretor da cidade, que define as regras para a construção de empreendimentos, anunciado em 31 de julho de 2014, passou a deixar de exigir um número mínimo de vagas de garagem por imóvel e a limitar o número de vagas de garagem em novos prédios próximos a eixos de transporte público, como corredores de ônibus e estações de metrô.
Nessas regiões, desde julho do ano passado, apenas uma vaga de garagem por apartamento não é incluída no potencial construtivo do empreendimento. Construtoras que quiserem construir prédios com mais de uma vaga de garagem por apartamento ficaram obrigadas a descontar os espaços adicionais do total que pode ser construído no espaço.
A lei antiga permitia que mais vagas de garagem não fossem incluídas no potencial construtivo da obra. “Com os terrenos cada vez mais caros, quem quiser oferecer mais de uma vaga por apartamento nesses locais certamente irá vendê-la por um preço mais alto para compensar a restrição”, diz Yazbek.
O executivo do Secovi-SP acredita, portanto, que a nova regra deve valorizar apartamentos com vagas de garagem já existentes nesses locais. “A diferença de valor entre um imóvel com e sem garagem pode se ampliar e se aproximar da situação verificada no Rio”.
Mas Yazbek ressalta que essa valorização tem um limite no médio prazo. “Daqui a cerca de seis anos, novas estações de metrô e melhorias no transporte público devem diminuir a necessidade do uso de veículos e, consequentemente, das vagas”.
Como muitos imóveis novos ainda serão lançados na cidade sob as regras antigas, o diretor do Secovi-SP estima que o impacto das novas regras só possa ser observado a partir do segundo semestre do ano que vem.
Fonte: exame.com
sábado, 28 de fevereiro de 2015
A Caixa Econômica Federal suspende novos contratos do programa Minha Casa Melhor
A Caixa Econômica Federal
confirmou a suspensão do programa Minha Casa Melhor, que facilita a compra de
móveis e eletrodomésticos. O banco informou que novas contratações estão sendo
discutidas para uma nova fase do programa, mas não informou detalhes nem
prazos. Para os beneficiários que já tem cartão referente a contratos
realizados não haverá mudanças.
Lançado em 2013, o programa
facilita a aquisição de bens conforme as necessidades das famílias inscritas no
Minha Casa, Minha Vida. A Caixa oferece a cada beneficiário do programa
habitacional do governo crédito subsidiado de até R$ 5 mil para compra de
móveis e eletrodomésticos, a juros de 5% ao ano e prazo de pagamento em 48
meses.
Sobre a suspensão a Caixa
distribui apenas um nota com o posicionamento do banco. “Novas contratações do
Minha Casa Melhor estão sendo discutidas no âmbito do programa Minha Casa Minha
Vida fase 3. Os cartões referentes a contratos já realizados continuam operando
normalmente”, diz.
Fonte: Agência Brasil
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
11 dicas para comprar a casa própria com mais segurança
A compra de um imóvel é uma das decisões
financeiras que mais comprometem o orçamento e, por isso, deve ser bem
avaliada.
Quem vai comprar um imóvel financiado, poderá
comprometer até 30% da sua renda por um período de até 30 anos.
"Se uma pessoa ganhar R$ 5.000, por exemplo,
ela poderá comprometer até R$ 1.500 por mês, sobrando R$ 3.500 para viver com
sua família .
Pense que isso poderá durar até 30 anos", exemplifica
Marcelo Tapai, advogado especializado em Direito Imobiliário.
Por isso, especialistas recomendam que a decisão da
compra deve ser tomada com muito cuidado e só deve ser concluída após o
comprador tomar alguns precauções.
Veja, a seguir, as orientações dadas por Tapai e
também pelo economista Luiz Calado, vice-presidente de Relações Institucionais
do Ibef (Instituto Brasileiro de Executivos Financeiros) e autor do livro
"Imóveis – seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio".
1) Decida quanto você quer gastar
Isso deve incluir os gastos com documentação e
decoração. Em São Paulo, os custos com documentação chegam a 4% do valor do
imóvel. Segundo Marcelo Tapai, os gastos com decoração costumam representar de
20% a 30% do valor do imóvel. "Dependendo do acabamento escolhido, até
mais", diz. E ainda há outros custos tais como condomínio e IPTU.
Informe-se sobre todos eles.
2) Planeje como vai dar a entrada
Faça aplicações regulares, guardando dinheiro todo
mês. Luiz Calado sugere aplicações automáticas, para que, desta forma, o
poupador não se esqueça de reservar o dinheiro mensalmente.
3) Teste sua capacidade de pagamento
Antes de comprometer o dinheiro num financiamento,
faça um teste: poupe todo mês o dinheiro com o qual pretende pagar a prestação
durante um período. Luiz Calado sugere um prazo mínimo de três meses. "Ou
até ter confiança da decisão", diz. Se sentir dificuldade para guardar
esse dinheiro, isso significa que o valor financiado deverá ser menor ou então
o prazo de pagamento deverá ser maior. Para saber o valor das parcelas, faça
uma simulação de empréstimo para pagar sua casa antes mesmo de começar a
procurá-la. Essa é uma forma de saber quanto de sua renda ficará comprometida.
4) Cuidado com o comprometimento da renda
Cuidado com o porcentual da sua renda que ficará
comprometido com as prestações, pois a renda não se mantém a mesma ao longo dos
anos. Tenha em mente que imprevistos acontecem e é preciso ter uma poupança
reservada para emergências como desemprego ou doença. A reserva de emergência é
para ser usada apenas em caso de necessidade. O valor varia de acordo com a
atividade da pessoa. Um funcionário público que tenha estabilidade pode
acumular o equivalente a seis meses de despesas. Já um profissional liberal ou
autônomo, sem garantia de renda, deve poupar no mínimo 12 meses de despesas.
5) Contenha o entusiasmo
Procure não comprar o imóvel no mesmo dia em que
foi vê-lo. "Nada é tão sensacional que não permita ir para a casa refletir
sobre a compra", diz Marcelo Tapai. "É melhor perder um imóvel
excelente do que ficar com um problema por muito tempo."
6) Não tenha preguiça de pesquisar
Antes de comprar, compare muitos imóveis. Vá a
lançamentos imobiliários, compareça a estandes de venda, visite os apartamentos
decorados, converse com corretores. Compare as vantagens e desvantagens do
imóvel novo e do usado.
7) Atenção para a "maquiagem"
Peça ajuda de um especialista para avaliar se o
imóvel está em boas condições ou se não foi "maquiado" para a venda.
Um especialista vai identificar infiltrações e problemas com a estrutura do
imóvel, que muitas vezes estão disfarçados com pintura, por exemplo.
8) De olho nas medidas
Quando for comprar um imóvel na planta, confira se
os móveis têm medidas comerciais, porque isso pode representar uma grande
diferença na hora de mobiliar.
9) Financiamento só com nome limpo
Antes de solicitar um financiamento, certifique-se
de que todos que irão compor a renda estejam com o nome limpo. O financiamento
só será aprovado depois que a situação for regularizada.
10) Taxa de corretagem é custo do vendedor
A taxa de corretagem deve ser paga por quem vende o
imóvel. Atenção com contratos que embutem a taxa de corretagem para o
comprador. Caso isso ocorra, é possível entrar na Justiça pedindo ressarcimento
por um prazo de até 5 anos.
11) Pense no futuro
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
Minha Casa, Minha Vida entrega imóveis sem condições de uso em Chã de Alegria
As casas que as famílias receberam não têm portas, janelas, água e nem energia elétrica
Imagine alguém sonhar por cerca de 20 anos com a casa própria e, quando finalmente recebe, vê o sonho transformado em um pesadelo. É o que aconteceu com algumas famílias beneficiadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida em Chã de Alegria, na Zona da Mata de Pernambuco, a 52 quilômetros do Recife. Os imóveis que eles receberam não têm portas, janelas, água na torneira e nem energia elétrica.
A cidade tem cerca de 13 mil habitantes e, segundo um levantamento feito há dois anos pela Prefeitura, tem um déficit habitacional de 718 famílias a espera de uma casa própria. Pessoas que se arriscam a morar em prédios antigos e abandonados. Em uma antiga escola, por exemplo, hoje moram seis famílias. O local não tem banheiro e as rachaduras nas paredes assustam.
Um dos moradores é a dona de casa Josefa Severina da Conceição, que foi beneficiada pelo programa Minha Casa, Minha Vida e, desde 2013, ganhou uma casa na Vila José Honório, mas as moradias, apesar de já estarem ocupadas, ainda estão inacabadas. As pessoas que estão nas casas desde o final do ano passado contaram que a promessa da prefeitura era que a empresa terminaria a obra com eles dentro das moradias. Mas, até o momento, as melhorias que foram feitas saíram do bolso deles.
Ao todo, 28 famílias já deveriam ter recebido as casas da Vila José Honório em perfeito estado. Em entrevista, o prefeito Marcos da Roça explicou que não entregou as casas “não-concluidas”, apenas sugeriu que cada beneficiado protegesse seu patrimônio, já que o local foi abandonado pela construtora e havia risco de uma invasão. Ele também falou que o atraso nas obras se deve há problemas no repasse de recursos federais.
Não é de hoje que a construção da Vila é alvo de polêmica. Em 2012, uma equipe de reportagens da TV Jornal esteve no mesmo canteiro de obras e mostrou a exploração do trabalho infantil. Outro projeto em parceria com o programa federal Minha Casa, Minha Vida, está em andamento na cidade de Chã de Alegria, mas a população já não tem tanta esperança.
Através de nota, a Companhia Estadual de Habitação e Obras de Pernambuco (Cehab) informou que foi aberto um processo administrativo contra a empresa responsável pela construção das casas, pelo atraso no andamento da obra. A empresa foi notificada para apresentar defesa e, até o momento, não se pronunciou. Foi aberto um novo processo de escolha de outra construtora para que seja retomada a obra e a previsão de entrega é ainda no primeiro semestre deste ano.
Não é de hoje que a construção da Vila é alvo de polêmica. Em 2012, uma equipe de reportagens da TV Jornal esteve no mesmo canteiro de obras e mostrou a exploração do trabalho infantil. Outro projeto em parceria com o programa federal Minha Casa, Minha Vida, está em andamento na cidade de Chã de Alegria, mas a população já não tem tanta esperança.
Através de nota, a Companhia Estadual de Habitação e Obras de Pernambuco (Cehab) informou que foi aberto um processo administrativo contra a empresa responsável pela construção das casas, pelo atraso no andamento da obra. A empresa foi notificada para apresentar defesa e, até o momento, não se pronunciou. Foi aberto um novo processo de escolha de outra construtora para que seja retomada a obra e a previsão de entrega é ainda no primeiro semestre deste ano.
Fonte: TV Jornal
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Pessimismo da construção atinge seu maior nível
“Depois de anos lidando com a falta de mão de obra
qualificada, o empresário da construção agora vê como maior problema a demanda
fraca em todos os seus segmentos. Assim, a forte retração do emprego observada
no último trimestre de 2014, não deve ser compensada nos próximos meses.
O Índice de Confiança da Construção (ICST) apresentou queda
de 6,1%, em janeiro sobre dezembro último e atingiu 90,8 pontos, o mais baixo
nível da série histórica iniciada em julho de 2010. De acordo com a pesquisa, a
avaliação vai de 0 a 200 pontos: acima de 100 pontos indicam otimismo, abaixo
de 100 significam pessimismo.
O levantamento, feito pelo Instituto Brasileiro de Economia
da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), indica piora na avaliação dos
empresários tanto em relação ao momento atual quanto aos rumos esperados na
economia no curto prazo.
O resultado é formado por outros dois índices: Índice da
Situação Atual (ISA-CST) com recuo de 7,5% em comparação a variação também
negativa, em dezembro, de 1,8%,
atingindo 81,9 pontos; e o Índice de Expectativas (IE-CST) com queda de 5,0%,
atingindo 99,6 pontos em comparação a 104,8 pontos, em dezembro. Em ambos os
casos as pontuações foram as menores da série pesquisada.
Para essa pesquisa, foram ouvidos representantes de 670 empresas
ente os dias 5 e 23 deste mês de janeiro.
A coordenadora de projetos da construção do Ibre-FGV, Ana
Maria Castelo, prevê um aumento no desemprego do setor. “Depois de anos lidando
com a falta de mão de obra qualificada, o empresário da construção agora vê
como maior problema a demanda fraca em todos os seus segmentos. Assim, a forte
retração do emprego observada no último trimestre de 2014, não deve ser
compensada nos próximos meses. O maior pessimismo indica uma continuidade do
movimento de redução da atividade e do emprego”, disse ela por meio de nota.
O ICST é um indicador que constitui a base da pesquisa
Sondagem da Construção. A sondagem é uma pesquisa que gera, mensalmente, um
conjunto de informações usadas no monitoramento e antecipação de tendências
econômicas do setor.
Tendo como referência as
melhores práticas internacionais para pesquisas do gênero, a Sondagem da
Construção tem como um de seus principais atributos a rapidez com que é
produzida e divulgada, tornando-se uma ferramenta essencial à análise de
conjuntura e à tomada de decisão nos âmbitos público e privado.
Quatro quesitos compõem o Índice de Confiança da Construção
(ICST): volume de demanda atual, situação atual dos negócios, expectativa para
o volume de demanda (três meses) e para a situação dos negócios (seis meses).
Fonte: Agência Brasil
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
4 CONSELHOS PARA QUEM QUER INVESTIR EM IMÓVEIS EM 2015
No
início de todo ano, especialistas do mercado imobiliário e analistas
financeiros fazem suas previsões para o próximo ano. Aconselham compradores e
investidores sobre como fazer dinheiro com imóveis. O problema com essa
mentalidade é que os investimentos imobiliários exigem um horizonte de tempo
bem maior do que um ano.
As
seguintes observações irão ajudá-lo a estabelecer uma abordagem mais sensata
para o futuro imobiliário.
1
– O imóvel é um ativo de longo prazo
A
valorização média do valor dos ativos imobiliários não está na sua maior alta.
Além
disso, se você está comprando com corretores de imóveis e imobiliárias os seus
custos de transação poderá reduzir significativamente a sua riqueza. Para os
imóveis podem ser incluídos alguns custos como aquisição, corretagem, reformas,
IPTU, pequenos reparos e outros custos adicionais. Essas despesas podem chegar
a comer de 20 a 40 por cento do seu capital investido. Isso é dinheiro que você
não vai ter quando se aposentar.
Devido
a estes custos de transação e pouca valorização do imóvel, é altamente
improvável que uma pessoa vai ganhar muita riqueza em imóveis se eles não
possuem sua propriedade há pelo menos sete anos. A maioria das pessoas que
lucram bem em suas propriedades já são proprietários por 15 a 30 anos, ou mais.
Se
você quer ganhar dinheiro investindo no mercado imobiliário, compre algo que
você pode pagar e garantir um investimento de longo prazo.
Investir
em terrenos pode ser uma boa
Uma
alternativa para quem busca investimentos de longo prazo é procurar por
terrenos bem localizados em áreas que estão com um alto potencial de
crescimento. Procure saber informações do local e a infraestrutura que ele
oferece, a valorização dos terrenos nos últimos anos tem gerado um resultado
bastante interessante para os investidores do mercado.
Isso
se deve a grande dificuldade das construtoras em encontrar imóveis para
construir, os locais centrais estão cada vez mais saturados e com isso os
terrenos sofrem de uma maior valorização pela simples lógica de demanda e
oferta.
Você
deve ter reparado esse movimento, se você mora em alguma das principais cidades
do Brasil já deve ter presenciado um caso de que uma casa foi vendida mais pelo
preço do seu terreno do que pelas características do imóvel, e isso tem sido
cada vez mais comum.
Por
esse motivo, você pode tentar antecipar esse movimento do mercado, pegar as
áreas de crescimento e investir em um terreno que amanhã construtoras e
incorporadoras vão pagar um alto valor para ter acesso.
Mas
lembre-se, se você quer fazer esse tipo de investimento é necessário que você
conheça todo o local, o mercado e avalie todos os números da região, fazer um
investimento com base no achismo sobre a região é quase o mesmo que apostar em
uma roleta russa.
A
expansão das cidades brasileiras na direção horizontal é o que permite e valida
cada vez mais suas chances. Podemos reparar também que grandes condomínios de
luxos estão surgindo em locais onde poderiam ser criados subúrbios.
Investir
em imóveis usados?
Esse
é um investimento que se você conhece o mercado e sabe avaliar oportunidades
pode realmente apostar. Você vai precisar lapidar uma jóia mas o resultado
poderá realmente ser em ouro!
Quando
você vai ao mercado em busca de um imóvel usado você vai se deparar com
situações em que os proprietários simplesmente não dão a mínima para o seu bem.
Imóveis descuidados e alguns até completamente destruídos.
O
que isso tem a seu favor é que com todo esse descuido e desmazelo vai poder te
ajudar na hora de negociar o imóvel, você pode conseguir um grande desconto e
uma boa margem de negociação.
Agora
entra o segundo passo, se você conseguir encontrar uma boa oportunidade como
essa você vai precisar de dar uma nova cara para esse imóvel. Comece com uma
boa reforma e dê uma nova vida ao imóvel, com pequenos valores é possível que
você transforme aquele imóvel horrível em um apartamento que dá gosto de entrar
ou ver as fotos.
Como
a compra de um imóvel tem um impacto emocional muito grande é mais provável que
você consiga um preço mais elevado se você já vender o sonho de uma família
dentro daquele imóvel.
Nesse
tipo de investimento, priorizar a localização, vias de acesso e os outros
fatores que compõem a valorização do imóvel é muito importante para te ajudar a
ter um saldo positivo no final.
Construir
é uma boa?
Ao
avaliar o custo de construir uma casa nova, muitos compradores usam o preço do
metro quadrado como base para comparação.
Mas
vamos falar sobre o preço do metro quadrado por um segundo, o que ele
representa e o que ele não representa.
O
preço do m² é uma maneira para comparar os custos de construção de duas casas
semelhantes e muito próximas, casas em diferente partes da cidade e do país, e
casas com características diferentes não entram nessa conta.
O
m² não é um método confiável para determinar quanto um projeto de uma casa nova
irá custar.
Você
pode me mostrar um projeto de uma casa com algumas questões específicas e eu
colocar dentro da faixa aproximada de custo pelo metro quadrado. Ok, isso pode ser
o seu ponto de partida, mas suponhamos que pelo m² o custo da casa seria de
R$430.000,00 e quando ela realmente for construída o seu custo total ficará em
R$490.000,00. Eu tenho certeza que você não quer estimar algo que possa ter uma
diferença de R$60.000,00!
2
– Você tem que fazer sua lição de casa
Você
precisa fazer a devida diligência na hora de comprar o seu imóvel, ela será
vital para o seu futuro financeiro e para sua aposentadoria. Infelizmente, a
maioria das pessoas não fazem esse trabalho direito. Aqui estão alguns
problemas de due diligence básicos que muitos compradores não consideram:
Certifique-se
que a propriedade que está comprando faz parte de um objetivo estratégico de
investimento.
Faça
uma inspeção completa no imóvel.
Faça
toda a análise da documentação do imóvel
Se
você for financiar, compare as propostas e taxas de financiamento para se
adequar ao seu objetivo.
Faça
uma análise para ver se é necessário um seguro para o imóvel.
Depois
de passar por todas essas etapas, você estará reduzindo riscos e se tornando um
comprador de imóveis profissional.
O
que é due diligence?
Você
ainda não sabe o que significa o termo due diligence? Due diligence significa
tomar cuidado, realizar cálculos, revisar documentos, adquirir seguros, etc.
Na
prática, faça a lição de casa com todos os imóveis que você pretende comprar.
Se houver algum problema com o imóvel (isso significa um alto risco e um custo
potencial) você poderá cancelar o seu contrato de compra e, assim, procurar um
imóvel melhor.
Segurança
Você
checou se o imóvel possui alguma apólice de seguro e se ela é necessária?
Quanto vai te custar? Algumas áreas podem estar em regiões perigosas e a
segurança é um ponto fundamental.
Principalmente
se tratando de casas, o custo de segurança com alarmes, cercas elétricas e
câmeras de segurança podem elevar o custo total do imóvel. Procure fazer o
orçamento de tudo que irá precisar.
Documentação
Para
fazer uma compra segura e evitar dores de cabeça e noites sem dormir é
fundamental que você analise toda a documentação do proprietário e do imóvel.
Certifique-se que não há nenhum entrave jurídico que possa prejudicar a sua
compra.
3
– Se parece bom demais para ser verdade …
No
setor imobiliário, se uma propriedade parece boa demais para ser verdade, você
pode apostar que ela é. “Excelentes promoções” nunca funcionam nesse mercado,
você poderá está caindo em um golpe ou provavelmente terá problemas daqui a
algum tempo.
Evite
a ideia de ficar rico rápido com investimentos em imóveis, o mercado
imobiliário não vai ajudá-lo a alcançar a riqueza do dia pra noite. Você
precisa manter expectativas realistas.
Não
dê atenção a previsões sobre como o mercado imobiliário vai se comportar em
2015, 2016 ou 2017. Compre imóveis quando você estiver com uma estratégia
definida e disposto a fazer um investimento a longo prazo. Assim você poderá
investir seja para morar, ou ter uma receita de aluguel e ganhar com a
valorização ao longo dos anos.
4
– Melhore suas técnicas de negociação
O
sucesso da sua compra ou venda tem muito a ver com seu poder de negociação e
tomada de decisão. Investidores de sucesso conseguem montar grandes estratégias
para conseguir o seu objetivo final. Você pode utilizar de técnicas como:
Conhecer
melhor o seu cliente
Antes
de pegar as chaves do imóvel e partir para abrir a sua casa ou apartamento você
pode marcar um bate-papo ou um encontro informal para se aproveitar de algumas
informações importante para utilizar na negociação. Entender por qual motivo a
pessoa está comprando um imóvel e qual a sua principal motivação pode fazer com
que você viabilize um negócio perdido.
Lembre-se
sempre que dentro de uma negociação: Informação + tempo = poder
Venda
os benefícios e não o imóvel
Quando
uma pessoa está procurando um imóvel para comprar ou alugar ela está na verdade
procurando uma série de benefícios que ela pode encontrar naquele espaço.
Você
compra o pregou e o martelo ou o buraco na parede?
Essa
é uma pergunta muito interessante e muitas pessoas vão responder que compram o
prego e o martelo.
Porém
esta não é a resposta que um bom negociador responderá. As pessoas buscam por
soluções, as pessoas buscam por suas necessidades e por isso elas querem
comprar o buraco na parede e a maneira que elas vão alcançar isso pouco
importa. Por esse motivo, não venda seu imóvel, seu espaço. Venda as
necessidades que a pessoa deseja encontrar. Foque no que é realmente
importante, se é o status, a proximidade, os principais itens que seu imóvel
atende a necessidade do cliente, uma mudança. Enfim, uma compra de um imóvel
pode vir cercada de uma série de fatores que variam de acordo com o perfil de
cada pessoa e se você conseguir identificar conforme o primeiro passo e saber
que você está vendendo os seus benefícios e não um local você deu um passo
gigantesco para fazer um grande negócio!
Não
se abale com argumentos depreciadores
Se
você está negociando com outra pessoa que também possui técnicas avançadas
provavelmente ela irá tentar depreciar algum ponto no seu imóvel para tentar
conseguir um bom preço.
Algumas
pessoas inclusive partem para o ponto que um item ou outro não lhe será útil.
Alegam que não vão precisar de uma academia e por isso não dão muita
importância e ainda tentam reduzir o valor do seu imóvel de acordo com os
próprios interesses.
O
melhor a se fazer nesse momento é apresentar dados de mercado, mostrar que a
valorização de um imóvel mesmo se a pessoa não utiliza de um benefício
apresentado não modifica o seu valor ou sua importância de mercado e que isso
inclusive poderá facilitar uma futura revenda.
Faça
o comprador pensar por você
Em
vez de perguntar se o interessado gostou do seu imóvel pergunte:
“O
que você gosta e o que não gosta em um imóvel?”
Depois
de ouvir a resposta você saberá como abordar os pontos fortes e fracos do seu imóvel
já sabendo que a pessoa gosta e o que ela não gosta. Isso permite que você mova
seus argumentos em busca de se adequar mais as necessidades e ser mais
assertivo na venda.
Se
necessário, faça concessões inteligentes
As
negociações muitas vezes exigem concessões da sua parte, especialmente quando o
mercado está muito complicado. No entanto se você vai concordar em uma redução
no preço do seu imóvel ou no valor do aluguel faça uma exigência em
contrapartida.
Se
você não pode, ou não está disposto a reduzir o preço, considere outras
concessões que a pessoa que você está negociando veja valor. Agregar alguns
serviços podem te ajudar como por exemplo fornecer uma internet por um tempo
determinado e alguns serviços mais simples.
Enquanto
cada uma das estratégias acima pode torná-lo mais bem sucedido, uma das
estratégias mais importantes é esta: perguntar para a venda. Isto é tão simples
como perguntar “Quando é que gostaria de mudar?”
Gostou
dos nossos conselhos? Então aproveite para conhecer a Benvenuto, uma plataforma
que permite a negociação direta de imóveis com a ausência do intermediário.
Permitindo a compra, venda e aluguel de imóveis com mais facilidade, comodidade
e muita economia no bolso.
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